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mozar martins

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ONDE FOI PARAR A TERNURA?



Você, que já constituiu um lar com a pessoa que embalou suas horas nos primeiros momentos de namoro, às vezes se pergunta: onde foi parar aquela ternura de outrora?
Aquele afeto que nos unia como se fossemos um só, onde andará?
Quando ouve aquela música que costumavam ouvir juntos e seu coração vibra com a mesma emoção dos tempos idos, pensa em silêncio: o que aconteceu com aquele doce encantamento do início?
Olha para o companheiro ou companheira e tem a impressão de que já não vê mais a mesma pessoa.
Uma onda de saudade lhe invade a alma e a melancolia chega com sabor de amargura.
Parece que as cinzas das dificuldades abafaram a chama do amor...
Todos esses capítulos fazem parte da história de grande parte dos casais.
O que acontece é que nos envolvemos com os compromissos de tal forma, que esquecemos de manter acesa a chama afetiva dos primeiros tempos.
Na realidade ela não se apagou e, por vezes, está ainda mais forte. Nós é que não nos damos conta disso.
É natural que a paixão arrebatadora que propiciou a união, ceda lugar a uma amizade que somente o tempo de convívio pode sedimentar nos corações. E essa amizade vai se consolidando dia após dia, nos mínimos cuidados que quebram a rotina.
Uma balconista da seção de cosméticos de uma loja conta que um dia notou um rapaz a observar umas caixas de sabonete expostas no balcão. Ofereceu-se para ajudá-lo e ele aceitou dizendo que desejava comprar uns sabonetes finos para presentear a esposa. Por fim escolheu uma caixa bem vistosa e pediu para que ela fizesse um embrulho bem bonito.
Uma semana depois, a balconista notou que o mesmo rapaz estava em outra seção olhando artigos para senhoras. Dirigiu-se a ele e lhe perguntou se a sua esposa havia gostado dos sabonetes que ele levou no outro dia.
- Bem, ela ainda não os achou, foi a resposta. Veja, senhorita, eu tenho um plano. Escondo algo para que minha mulher encontre sem esperar. Ela encontrará os sabonetes na próxima semana, quando for limpar a dispensa. É uma surpresa para quebrar a monotonia do serviço caseiro, concluiu o jovem esposo.
São esses cuidados e atenções que alimentam a chama da amizade e do afeto verdadeiros.
Não são necessários grandes feitos para cultivar a ternura, mas é preciso que sejam constantes e que o respeito seja parte integrante do relacionamento.
Um mimo inesperado, uma palavra de incentivo, uma flor singela, um abraço, um gesto de carinho, são ingredientes seguros para a manutenção de qualquer casamento. E o que é melhor: não têm contra-indicação.
* * *
“O casamento é uma sociedade de ajuda mútua, cujos bens são os filhos, espíritos com os quais nos encontramos vinculados pelos processos e necessidades da evolução.”

(Redação do Momento Espírita. A frase entre aspas é do livro Repositório de Sabedoria vol II, Matrimônio.)
www.momento.com.br

VOCE SENTIRÁ SAUDADES?


 

Um famoso pensador, ao ser entrevistado, afirmou que uma das perguntas de maior teor filosófico que mais o fez pensar nos últimos tempos, tinha vindo de sua filha, uma menina de poucos anos de idade.

Afirmava o entrevistado que, certa feita, ao dar o beijo de boa noite para sua pequena, ela o surpreendeu com a seguinte pergunta: Pai, quando você morrer, irá sentir saudades de mim?

A pergunta da menina, longe da ingenuidade infantil, traz no seu bojo profundos questionamentos filosóficos. Você mesmo já se surpreendeu pensando naqueles que lhe antecederam na viagem de retorno ao mundo espiritual?

Já se perguntou onde estarão eles? Sentirão saudades de mim?

Ou já pensou em algum momento: Como pode o manto da morte ser capaz de destruir sonhos, romper laços fraternos, separar aqueles que se amam?

E já se questionou se aqueles a quem queremos bem, que nos são caros ao coração, que convivemos anos a fio, compartilhando anseios, dúvidas, desafios, medos, com a morte ficam irremediavelmente afastados de nós?

É comum dizermos: Perdi meu pai, ou Perdi meu filho, quando esses se vão com o fenômeno da morte. Será verdade que os perdemos?

A razão nos diz que não. Como pode a morte vencer os laços construídos ao longo dos dias, dos anos, feitos no olhar, na dedicação, na cumplicidade, no compartilhar de dores e felicidades?

Como pode o fenômeno biológico vencer os sentimentos verdadeiros, que nascem nos refolhos da alma e são guardados no coração?

Pensar dessa forma é imaginar que Deus pouca importância daria para o amor. Afinal, de que valeria amar alguém, se isso tudo nos levaria ao nada?

Já que a morte do corpo é inevitável, inevitável seria então perder nossos amores.

A lógica nos conduz ao entendimento das Leis de Deus, a nos explicar que os laços de amor vencem as distâncias provocadas pelo tempo e pelo espaço.

Aqueles que se amam, onde estiverem, continuarão se amando, mesmo que momentaneamente apartados.

E é isso que a morte do nosso corpo físico nos provoca. Temporariamente, ficamos apartados daqueles a quem amamos.

No entanto, logo mais, em um tempo que a vida nos dirá, nos reencontraremos, com as saudades daqueles que, após longa viagem, se reencontram para reviver o carinho, afeto e sentimentos que sempre existiram.

Quem parte de retorno ao mundo espiritual, pelo fenômeno da morte do corpo físico, é alguém que nos antecede na viagem de volta.

Como nos ama, de lá fica nos aguardando, para um reencontro inevitável. Naturalmente sente saudades como nós, sente nossa falta, como sentimos nós a dele.

*   *   *

Quando a saudade dos amados apertar nosso peito, que nossos pensamentos sejam de carinho, com a certeza de que nos encontraremos.

Aguardemos sem revolta pois afinal, dia desses lá estaremos nós, a revê-los, no retorno que também faremos ao mundo espiritual.

Redação do Momento Espírita.

Em 09.06.2009.

Quem Ama…


Quem ama nada exige.
Perdoa sem traçar condições.
Sabe sacrificar-se pela felicidade alheia.
Renuncia com alegria ao que mais deseja.
Não espera reconhecimento.
Serve sem cansaço.
Apaga-te para que outros brilhem.
Silencia as aflições, ocultando
as próprias lágrimas.
Retribui o mal com o bem.
É sempre o mesmo em qualquer situação.
Vive para ser útil aos semelhantes.
Agradece a cruz que leva sobre os ombros.
Fala esclarecendo e ouve compreendendo.
Crê na Verdade e procura ser justo.
Quem ama, qual o samaritano anônimo
da parábola do Mestre,
levanta os caídos da estrada,
balsamiza-lhes as chagas, abraça-os
fraternalmente e segue adiante...

(Alexandre de Jesus)
Chico Xavier

PACIÊNCIA E VIDA

 

Tudo é obra de paciência, nos domínios da Natureza.

A água de que te serves atravessou numerosos obstáculos até que borbulhasse na fonte.

O fruto que saboreias é obra-prima da vida, associada à abnegação do pomicultor que lhe seguiu, dia-a-dia, o desenvolvimento e a maturação.

Quanto tempo haverá despendido a Criação na estrutura do solo em que se te situa a existência?

Quantos dias foram gastos pela natureza, a fim de que usufruas o corpo em que habitas?

Em toda parte, se analisas a vida que te cerca, através da luz que a meditação nos acende no íntimo, surpreenderás a paciência agindo e servindo.

Pensa nisso e usa a serenidade construtiva seja onde for.

Se dificuldades te visitam a estrada, procura superá-las sem precipitação.

Se provações te vergastam, continua nas tarefas que o mundo te confiou, lembrando-te de que a paciência age construindo sempre.

Quando as crises da jornada humana te surjam inevitáveis, não recorras à violência ou à rebeldia.

Acalma-te, trabalha e espera, recordando que a paciência no engrandecimento da vida é a força essencial no trabalho de Deus.

 

De “Neste instante”, de Francisco Cândido Xavier, pelo espírito Emmanuel

Voce que se diz cristão…

Voce que se diz cristão, pergunte-se a si mesmo há quanto tempo não visita um barraco, não vela a dor de um enfermo que não seja seu parente, não se aproxima de um miserável nas bordas dos lixões de sua cidade.

Voce que sonha tanto com a ajuda de Jesus, há quanto tempo tem deixado Jesus sozinho nos ambientes sórdidos da miséria?

Quantas vontades pessoais você deixou de realizar para fazer apenas um dos desejos do Cristo?

Pense, sem medo de se envergonhar, há quanto tempo você não faz alguma coisa a mais do que dar alguns trocados para ajudar, há quanto tempo se limita a dar cestas de alimentos a instituições sem levá-las aos famintos, há quanto tempo não vê uma criança pobre com o nariz escorrendo pedindo seu lenço há quanto tempo só se limita a rezar em templos, em centros espíritas, a conversar com entidades, a esclarecer obsessores, a fazer da sua fé, apenas um momento limpo e perfumado, nos ambientes protegidos das instituições religiosas, em cerimônias suntuosas ou barulhentas.

Quando precisamos de Jesus sempre o localizamos. No entanto, por que, quando ele precisa de nós, raramente nos encontra e quando nos acha, nunca estamos disponíveis?

Como desejamos encontrar Jesus se dificilmente andamos pelos mesmos caminhos que Ele anda, carregando a nossa cruz sem reclamar e ajudando os que precisam?

Isso não é ser cristão.

É apenas fantasiar-se de...

Para os sepulcros caiados por fora, mas podres por dentro, haverá sempre pranto e ranger de dentes.

 
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Kathys comments

Have a lovely day
My Lady

May 7
4b0813d49b0a5c03e2341b11c6fb17aa.gif picture by letizia555Photobucket
  
http://live-space-live.spaces.live.com/ 
Dear friend Κόκκινο τριαντάφυλλο
Please accept all my best wishes Κόκκινο τριαντάφυλλο
for a "Happy New Year" Κόκκινο τριαντάφυλλο
From Athens friendly Κόκκινο τριαντάφυλλο
Sotiris Κόκκινο τριαντάφυλλο
Jan. 2
Nataliya .wrote:

 

IL PRIMO GIORNO DELL'ANNO
Pablo Neruda
 Lo distinguiamo dagli altri
come se fosse un cavallino
diverso da tutti i cavalli.
Gli adorniamo la fronte
con un nastro,
gli posiamo sul collo sonagli colorati,
e a mezzanotte
lo andiamo a ricevere
come se fosse un esploratore
che scende da una stella.
La terra accoglierà questo giorno
dorato, grigio, celeste,
lo bagnerà con frecce
di trasparente pioggia
e poi lo avvolgerà
nell'ombra.
Eppure
piccola porta della speranza,
nuovo giorno dell'anno,
sebbene tu sia uguale agli altri
come i pani
a ogni altro pane,
ci prepariamo a viverti in altro modo.

Poesie di Natale, Poesie di Capodanno, Tradizioni di Natale, EpifaNIA, bEFANA            Poesie di Natale, Poesie di Capodanno, Tradizioni di Natale, EpifaNIA, bEFANA

Jan. 1
Nataliya .wrote:



WITCHYS WIKKED GRAPHIX

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Dec. 22
Nov. 14
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